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Vozes geradas por IA. Curadoria e revisão RIZQ.
Abertura
Este é o RIZQ News: as notícias da semana no mundo dos seguros.
Hoje: seguradora nova no garantia, o Pão de Açúcar cria corretora própria, e a Justiça paulista limita reajuste de um plano de família.
1. Fairway abre a venda de seguro garantia para todo o mercado
Tem seguradora nova no seguro garantia. A Fairway Seguros abriu a venda pro mercado todo no dia 23 de setembro.
E não chegou do zero. Segundo a empresa, em menos de três meses de teste, foram mais de 200 apólices e cerca de R$ 7 milhões em prêmio.
Pro corretor, são duas novidades. Um sistema próprio de cotação e emissão. E uma campanha de premiação por desempenho, que vai até 31 de dezembro.
A nossa leitura é simples. Quem precisa de garantia quase sempre tem prazo correndo. Mais uma seguradora é mais uma cotação na mesa.
Vale testar com um caso simples. A campanha é bônus. O que conta mesmo é o que ela aceita e em quanto tempo responde.
2. Dono do Pão de Açúcar cria corretora própria
[Vinheta: Mercado]
O GPA, dono do Pão de Açúcar, vai ter corretora própria. A Susep já autorizou.
E não, não é supermercado vendendo seguro. A corretora cuida dos seguros do próprio grupo, em parceria com a Willis.
O motivo, segundo o diretor Inácio Reis Caminha: trazer pra dentro parte da corretagem que hoje é toda de terceiros, e ficar com um percentual das comissões.
E olha o tamanho disso. Só em seguro garantia, foram cerca de R$ 185 milhões em prêmios em três anos.
Na nossa opinião, o recado é claro. Cliente grande faz conta de comissão. E, mesmo assim, o GPA manteve uma corretora especializada ao lado.
Então fica a dica. Com cliente grande, mostre o que você entrega além de colocar a apólice.
3. TJ-SP limita reajuste de plano empresarial de uma família só
[Vinheta: Benefícios]
23,79% de reajuste num único ano. Foi a quanto chegou um plano de saúde empresarial com só três pessoas, todas da mesma família.
É o chamado falso coletivo. O Tribunal de Justiça de São Paulo considerou abusivos os reajustes por sinistralidade e por custo hospitalar.
A decisão manda aplicar os índices da ANS para planos individuais. E a devolução do que foi pago a mais vale para os três anos antes da ação.
Mas atenção. É a decisão de um caso, não é regra nova pra todo mundo. A notícia é do Conjur, de 18 de setembro.
A nossa leitura: contrato empresarial de uma família só virou ponto de atenção. Vale olhar a carteira e explicar o reajuste com clareza na hora da venda.
4. Só cerca de 9% das perdas com desastres climáticos têm seguro no Brasil
[Vinheta: Clima]
Cerca de 9%. Essa é a parte das perdas econômicas com desastres climáticos no Brasil que tem seguro. No mundo, fica perto de 45%.
O número está no relatório final do grupo de trabalho de seguro catástrofe, divulgado pela Susep.
São 30 recomendações, de curto, médio e longo prazo. Tem produto novo de seguro, dados melhores e proteção de infraestrutura crítica.
Só um cuidado. São recomendações. Nada disso é obrigatório.
Mesmo assim, o número já serve. Na nossa opinião, 9% é argumento pronto pra conversa de risco climático com empresa.
Leva esse dado pra próxima renovação de patrimonial.
Fechamento
É isso. Esse foi o RIZQ News.
As vozes deste episódio são geradas por inteligência artificial, com curadoria e revisão da equipe RIZQ.
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