RIZQ News · Episódio 01 · Seguradora nova no garantia e a corretora do Pão de Açúcar.

Quatro notícias da semana em seguros e benefícios, em até 5 minutos. Com a fonte e com o que fazer com cada uma.

Em resumo

  • A Fairway abriu a venda de seguro garantia para todo o mercado em 23/09.
  • O GPA, dono do Pão de Açúcar, teve autorização da Susep para operar uma corretora própria em parceria com a Willis.
  • O TJ-SP considerou abusivo o reajuste de 23,79% em um plano empresarial de uma família só.
  • Cerca de 9% das perdas com desastres climáticos no Brasil têm seguro, contra perto de 45% no mundo.

As 4 notícias do episódio

01

Fairway abre a venda de seguro garantia para todo o mercado

A Fairway Seguros abriu a venda de seguro garantia para todo o mercado em 23 de setembro, depois de um período de teste. Segundo a empresa, em menos de três meses foram mais de 200 apólices e cerca de R$ 7 milhões em prêmio. Para o corretor há um sistema próprio de cotação e emissão e uma campanha de premiação por desempenho até 31 de dezembro.

Nossa leitura

Quem precisa de garantia quase sempre tem prazo correndo, e mais uma seguradora é mais uma cotação na mesa. Vale testar com um caso simples. A campanha é bônus: o que conta é o que ela aceita e em quanto tempo responde.

Fonte: CQCS, .

02

Dono do Pão de Açúcar cria corretora própria, em parceria com a Willis

A Susep autorizou a corretora do GPA, dono do Pão de Açúcar, a operar. Ela cuida dos seguros do próprio grupo, em parceria com a Willis, e não vende seguro ao consumidor. Segundo o diretor Inácio Reis Caminha, o objetivo é trazer para dentro parte da corretagem que hoje é toda de terceiros e ficar com um percentual das comissões. Só em seguro garantia foram cerca de R$ 185 milhões em prêmios em três anos.

Nossa leitura

Cliente grande faz conta de comissão. Mesmo assim, o GPA manteve uma corretora especializada ao lado. Com cliente grande, mostre o que você entrega além de colocar a apólice.

Fonte: Sonho Seguro, .

03

TJ-SP limita reajuste de plano empresarial de uma família só

Um plano de saúde empresarial com três pessoas, todas da mesma família, chegou a 23,79% de reajuste em um único ano. O Tribunal de Justiça de São Paulo considerou abusivos os reajustes por sinistralidade e por custo hospitalar, o chamado falso coletivo. A decisão manda aplicar os índices da ANS para planos individuais e devolver o que foi pago a mais nos três anos anteriores à ação. É a decisão de um caso, não uma regra nova para todos os contratos.

Nossa leitura

Contrato empresarial de uma família só virou ponto de atenção. Olhe a carteira e explique o reajuste com clareza na venda.

Fonte: Conjur, (processo 1084436-89.2025.8.26.0100).

04

Só cerca de 9% das perdas com desastres climáticos têm seguro no Brasil

Cerca de 9% das perdas econômicas com desastres climáticos no Brasil têm seguro. No mundo, a parcela fica perto de 45%. O número está no relatório final do grupo de trabalho de seguro catástrofe, divulgado pela Susep, que traz 30 recomendações de curto, médio e longo prazo, entre elas novos produtos de seguro, dados melhores e proteção de infraestrutura crítica. São recomendações, nada disso é obrigatório.

Nossa leitura

9% é argumento pronto para a conversa de risco climático com empresa. Vale levar esse dado para a próxima renovação de patrimonial.

Fonte: CQCS, .

Fontes

De onde vem cada notícia

  1. CQCS, 25/09/2026: ler a matéria no CQCS
  2. Sonho Seguro, 30/09/2026: ler a matéria no Sonho Seguro
  3. Conjur, 18/09/2026: ler a matéria no Conjur (processo 1084436-89.2025.8.26.0100)
  4. CQCS, 29/09/2026: ler a matéria no CQCS
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Vozes geradas por IA. Curadoria e revisão RIZQ.

Abertura

Este é o RIZQ News: as notícias da semana no mundo dos seguros.

Hoje: seguradora nova no garantia, o Pão de Açúcar cria corretora própria, e a Justiça paulista limita reajuste de um plano de família.

1. Fairway abre a venda de seguro garantia para todo o mercado

Tem seguradora nova no seguro garantia. A Fairway Seguros abriu a venda pro mercado todo no dia 23 de setembro.

E não chegou do zero. Segundo a empresa, em menos de três meses de teste, foram mais de 200 apólices e cerca de R$ 7 milhões em prêmio.

Pro corretor, são duas novidades. Um sistema próprio de cotação e emissão. E uma campanha de premiação por desempenho, que vai até 31 de dezembro.

A nossa leitura é simples. Quem precisa de garantia quase sempre tem prazo correndo. Mais uma seguradora é mais uma cotação na mesa.

Vale testar com um caso simples. A campanha é bônus. O que conta mesmo é o que ela aceita e em quanto tempo responde.

2. Dono do Pão de Açúcar cria corretora própria

[Vinheta: Mercado]

O GPA, dono do Pão de Açúcar, vai ter corretora própria. A Susep já autorizou.

E não, não é supermercado vendendo seguro. A corretora cuida dos seguros do próprio grupo, em parceria com a Willis.

O motivo, segundo o diretor Inácio Reis Caminha: trazer pra dentro parte da corretagem que hoje é toda de terceiros, e ficar com um percentual das comissões.

E olha o tamanho disso. Só em seguro garantia, foram cerca de R$ 185 milhões em prêmios em três anos.

Na nossa opinião, o recado é claro. Cliente grande faz conta de comissão. E, mesmo assim, o GPA manteve uma corretora especializada ao lado.

Então fica a dica. Com cliente grande, mostre o que você entrega além de colocar a apólice.

3. TJ-SP limita reajuste de plano empresarial de uma família só

[Vinheta: Benefícios]

23,79% de reajuste num único ano. Foi a quanto chegou um plano de saúde empresarial com só três pessoas, todas da mesma família.

É o chamado falso coletivo. O Tribunal de Justiça de São Paulo considerou abusivos os reajustes por sinistralidade e por custo hospitalar.

A decisão manda aplicar os índices da ANS para planos individuais. E a devolução do que foi pago a mais vale para os três anos antes da ação.

Mas atenção. É a decisão de um caso, não é regra nova pra todo mundo. A notícia é do Conjur, de 18 de setembro.

A nossa leitura: contrato empresarial de uma família só virou ponto de atenção. Vale olhar a carteira e explicar o reajuste com clareza na hora da venda.

4. Só cerca de 9% das perdas com desastres climáticos têm seguro no Brasil

[Vinheta: Clima]

Cerca de 9%. Essa é a parte das perdas econômicas com desastres climáticos no Brasil que tem seguro. No mundo, fica perto de 45%.

O número está no relatório final do grupo de trabalho de seguro catástrofe, divulgado pela Susep.

São 30 recomendações, de curto, médio e longo prazo. Tem produto novo de seguro, dados melhores e proteção de infraestrutura crítica.

Só um cuidado. São recomendações. Nada disso é obrigatório.

Mesmo assim, o número já serve. Na nossa opinião, 9% é argumento pronto pra conversa de risco climático com empresa.

Leva esse dado pra próxima renovação de patrimonial.

Fechamento

É isso. Esse foi o RIZQ News.

As vozes deste episódio são geradas por inteligência artificial, com curadoria e revisão da equipe RIZQ.

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