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Vozes geradas por IA. Curadoria e revisão RIZQ.
Abertura
Este é o RIZQ News: as notícias da semana no mundo dos seguros.
Hoje: plano de saúde vira produto de empresa pequena, a CNseg revisa o crescimento do setor, e a habilitação do corretor vai ter dois formatos.
1. Empresas com plano de saúde crescem 60,7% e contratos ficam menores
Sessenta vírgula sete por cento. Foi quanto cresceu, em cinco anos, o número de empresas com plano de saúde, segundo o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar.
As pessoas cobertas cresceram bem menos: vinte vírgula dois por cento. Mais contratos, cada um menor.
Contratos com menos de trinta vidas já reúnem vinte e oito vírgula cinco por cento dos beneficiários. Eram quinze vírgula sete em dois mil e quatorze.
Setenta e três por cento de quem tem plano está num plano de empresa. Pro superintendente executivo do instituto, Denizar Vianna, o acesso "bateu no teto".
A nossa leitura: plano de saúde virou produto de empresa pequena. E empresa pequena não tem RH pra comparar proposta. Aí entra o corretor.
Então fica a dica. Cliente com dez funcionários e sem plano? Essa conversa está aberta.
2. CNseg corta para 7,9% a previsão de crescimento do setor
[Vinheta: Destaque]
Sete vírgula nove por cento. É a nova previsão da CNseg pro crescimento do mercado segurador em dois mil e vinte e seis, em entrevista de dezenove de outubro.
A projeção anterior era de nove vírgula nove por cento. A conta não inclui a previdência aberta.
Por segmento: seguros, seis vírgula nove por cento. Capitalização, sete vírgula seis por cento. Saúde suplementar, oito vírgula nove por cento.
Segundo Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, cerca de setenta por cento dos brasileiros não têm seguro ou têm proteção muito limitada.
A nossa leitura: o setor ainda cresce, só que mais devagar. E o espaço pra vender proteção continua enorme.
Então fica a dica. Leva esse número pra conversa com o cliente que acha que já tem seguro suficiente.
3. Resolução CNSP 493 cria dois tipos de habilitação para corretor
[Vinheta: Regulação]
A Resolução CNSP quatrocentos e noventa e três cria dois tipos de habilitação para o corretor.
A plena permite intermediar contratos em qualquer segmento: danos, pessoas, previdência complementar aberta e capitalização.
A específica é restrita a certos segmentos. A norma saiu em julho e deve valer a partir de janeiro de dois mil e vinte e sete.
Simone Maiello, da ENS, disse que a escola já adaptou os cursos e exames. O novo modelo de formação chega em dois mil e vinte e sete.
Mas atenção. A notícia não detalha como fica quem já é corretor. Então acompanhe o que a Susep divulgar.
Na prática, pergunte à sua entidade de formação quando a nova grade passa a valer pra você.
4. Tokio Marine lança seguro para robôs com inteligência artificial
[Vinheta: Tecnologia]
Em novembro, a japonesa Tokio Marine começa a vender seguro para robôs com inteligência artificial. Vale pra robôs com rodas, de quatro patas e humanoides.
Cobre danos ao equipamento, responsabilidade civil e continuidade do negócio.
Na continuidade, entram o salário de quem substitui o robô e o aluguel de equipamento enquanto ele está parado.
Mas atenção. Incidente cibernético fica de fora. E o preço é definido caso a caso, sem valor divulgado.
Na nossa opinião, o recado é de risco novo. Robô em obra, enfermagem ou atendimento vai pedir apólice sob medida.
Então fica a dica. Se o cliente usa automação, pergunte quem responde se a máquina machucar alguém.
Fechamento
É isso. Esse foi o RIZQ News.
As vozes deste episódio são geradas por inteligência artificial, com curadoria e revisão da equipe RIZQ.
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