RIZQ News · Episódio 05 · Plano de saúde na empresa pequena e novas regras do corretor.

Quatro notícias da semana em seguros e benefícios, em até 5 minutos. Com a fonte e com o que fazer com cada uma.

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Em resumo

  • Estudo do IESS: o número de empresas com plano de saúde cresceu 60,7% entre 2020 e 2025, mas as pessoas cobertas cresceram 20,2%; contratos com menos de 30 vidas já reúnem 28,5% dos beneficiários.
  • A CNseg revisou para 7,9% a previsão de crescimento do setor em 2026, ante 9,9%; cerca de 70% dos brasileiros não têm seguro ou têm proteção muito limitada.
  • A Resolução CNSP 493 cria dois tipos de habilitação para o corretor, plena e específica, e deve valer a partir de janeiro de 2027.
  • A Tokio Marine começa a vender em novembro, no Japão, um seguro para robôs com inteligência artificial; incidente cibernético fica de fora.

As 4 notícias do episódio

01

Empresas com plano de saúde crescem 60,7% e contratos ficam menores

O número de empresas que contratam plano de saúde coletivo empresarial cresceu 60,7% entre 2020 e 2025, segundo estudo do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) divulgado em 27 de outubro. No mesmo período, o número de beneficiários cresceu 20,2%, e a média caiu de 20,5 para 15,3 vidas por contratante. Os contratos com menos de 30 vidas passaram de 15,7% dos beneficiários em 2014 para 28,5% até maio de 2026. Em junho de 2026, 38,8 milhões dos 53,1 milhões de vínculos médico-hospitalares, ou 73,1%, estavam em planos coletivos empresariais. Para Denizar Vianna, superintendente executivo do IESS, em declaração à Broadcast, o acesso à saúde suplementar "bateu no teto", e o modelo regulatório precisaria mudar para trazer uma nova camada de clientes.

Nossa leitura

Plano de saúde virou produto de empresa pequena, e empresa pequena não tem RH para comparar proposta. É aí que o corretor entra: cliente com dez funcionários e sem plano é uma conversa aberta.

Fonte: Estadão Conteúdo em O Liberal, .

02

CNseg corta para 7,9% a previsão de crescimento do setor

A CNseg revisou para 7,9% a previsão de crescimento nominal do mercado segurador em 2026, em entrevista de 19 de outubro. A projeção anterior era de 9,9%. A conta não inclui a previdência aberta. Por segmento: seguros, 6,9%; capitalização, 7,6%; saúde suplementar, 8,9%. Segundo Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, cerca de 70% dos brasileiros não têm seguro ou contam com proteção muito limitada.

Nossa leitura

O setor ainda cresce, só que mais devagar, e o espaço para vender proteção continua enorme. Leve esse número para a conversa com o cliente que acha que já tem seguro suficiente.

Fonte: Sonho Seguro, .

03

Resolução CNSP 493 cria dois tipos de habilitação para corretor

A Resolução CNSP 493, publicada em julho de 2026, cria dois tipos de habilitação para o corretor de seguros. A plena permite intermediar contratos em qualquer segmento: danos, pessoas, previdência complementar aberta e capitalização. A específica é restrita a determinados segmentos. A norma deve valer a partir de janeiro de 2027. Simone Maiello, gerente de Ensino da ENS, disse que a escola já adaptou os cursos e exames de habilitação e que o novo modelo de formação estará disponível a partir de 2027. A matéria não detalha como fica quem já é corretor.

Nossa leitura

Acompanhe o que a Susep divulgar sobre quem já é habilitado e pergunte à sua entidade de formação quando a nova grade passa a valer para você. Nada aqui é orientação jurídica.

Fonte: CQCS, .

04

Tokio Marine lança seguro para robôs com inteligência artificial

A Tokio Marine, do Japão, começa a vender em novembro um seguro para robôs móveis com inteligência artificial, incluindo modelos com rodas, de quatro patas e humanoides. A apólice cobre danos ao equipamento, responsabilidade civil por danos a terceiros e continuidade do negócio, o que inclui o salário de quem substitui o robô e o aluguel de equipamento enquanto ele está parado. Prejuízo por incidente cibernético fica de fora. O preço é definido caso a caso, sem valor divulgado. As informações vêm do comunicado da seguradora, sem porta-voz nomeado.

Nossa leitura

O recado é de risco novo. Robô em obra, enfermagem ou atendimento vai pedir apólice sob medida. Se o cliente usa automação, pergunte quem responde se a máquina machucar alguém.

Fonte: Sonho Seguro, .

Fontes

De onde vem cada notícia

  1. Estadão Conteúdo em O Liberal, 27/10/2026: ler a matéria no Estadão Conteúdo em O Liberal
  2. Sonho Seguro, 19/10/2026: ler a matéria no Sonho Seguro
  3. CQCS, 28/10/2026: ler a matéria no CQCS
  4. Sonho Seguro, 26/10/2026: ler a matéria no Sonho Seguro
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Vozes geradas por IA. Curadoria e revisão RIZQ.

Abertura

Este é o RIZQ News: as notícias da semana no mundo dos seguros.

Hoje: plano de saúde vira produto de empresa pequena, a CNseg revisa o crescimento do setor, e a habilitação do corretor vai ter dois formatos.

1. Empresas com plano de saúde crescem 60,7% e contratos ficam menores

Sessenta vírgula sete por cento. Foi quanto cresceu, em cinco anos, o número de empresas com plano de saúde, segundo o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar.

As pessoas cobertas cresceram bem menos: vinte vírgula dois por cento. Mais contratos, cada um menor.

Contratos com menos de trinta vidas já reúnem vinte e oito vírgula cinco por cento dos beneficiários. Eram quinze vírgula sete em dois mil e quatorze.

Setenta e três por cento de quem tem plano está num plano de empresa. Pro superintendente executivo do instituto, Denizar Vianna, o acesso "bateu no teto".

A nossa leitura: plano de saúde virou produto de empresa pequena. E empresa pequena não tem RH pra comparar proposta. Aí entra o corretor.

Então fica a dica. Cliente com dez funcionários e sem plano? Essa conversa está aberta.

2. CNseg corta para 7,9% a previsão de crescimento do setor

[Vinheta: Destaque]

Sete vírgula nove por cento. É a nova previsão da CNseg pro crescimento do mercado segurador em dois mil e vinte e seis, em entrevista de dezenove de outubro.

A projeção anterior era de nove vírgula nove por cento. A conta não inclui a previdência aberta.

Por segmento: seguros, seis vírgula nove por cento. Capitalização, sete vírgula seis por cento. Saúde suplementar, oito vírgula nove por cento.

Segundo Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, cerca de setenta por cento dos brasileiros não têm seguro ou têm proteção muito limitada.

A nossa leitura: o setor ainda cresce, só que mais devagar. E o espaço pra vender proteção continua enorme.

Então fica a dica. Leva esse número pra conversa com o cliente que acha que já tem seguro suficiente.

3. Resolução CNSP 493 cria dois tipos de habilitação para corretor

[Vinheta: Regulação]

A Resolução CNSP quatrocentos e noventa e três cria dois tipos de habilitação para o corretor.

A plena permite intermediar contratos em qualquer segmento: danos, pessoas, previdência complementar aberta e capitalização.

A específica é restrita a certos segmentos. A norma saiu em julho e deve valer a partir de janeiro de dois mil e vinte e sete.

Simone Maiello, da ENS, disse que a escola já adaptou os cursos e exames. O novo modelo de formação chega em dois mil e vinte e sete.

Mas atenção. A notícia não detalha como fica quem já é corretor. Então acompanhe o que a Susep divulgar.

Na prática, pergunte à sua entidade de formação quando a nova grade passa a valer pra você.

4. Tokio Marine lança seguro para robôs com inteligência artificial

[Vinheta: Tecnologia]

Em novembro, a japonesa Tokio Marine começa a vender seguro para robôs com inteligência artificial. Vale pra robôs com rodas, de quatro patas e humanoides.

Cobre danos ao equipamento, responsabilidade civil e continuidade do negócio.

Na continuidade, entram o salário de quem substitui o robô e o aluguel de equipamento enquanto ele está parado.

Mas atenção. Incidente cibernético fica de fora. E o preço é definido caso a caso, sem valor divulgado.

Na nossa opinião, o recado é de risco novo. Robô em obra, enfermagem ou atendimento vai pedir apólice sob medida.

Então fica a dica. Se o cliente usa automação, pergunte quem responde se a máquina machucar alguém.

Fechamento

É isso. Esse foi o RIZQ News.

As vozes deste episódio são geradas por inteligência artificial, com curadoria e revisão da equipe RIZQ.

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