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Vozes geradas por IA. Curadoria e revisão RIZQ.
Abertura
Este é o RIZQ News: as notícias da semana no mundo dos seguros.
Hoje: a saúde pesa no lucro da Porto, uma fintech vira seguradora, a IA nas seguradoras e uma multa por seguro de celular.
1. Saúde pesa no lucro da Porto
Oitenta e dois por cento. Essa foi a sinistralidade da Porto Saúde no terceiro trimestre, quatro vírgula sete pontos a mais que um ano antes.
O lucro da saúde caiu trinta e quatro por cento, pra oitenta e quatro milhões de reais. E a carteira cresceu.
Segundo o grupo, cerca de dois terços da alta vieram de falhas na rede de oncologia e de uma sazonalidade fora do normal.
O resto veio do crescimento natural dos sinistros. Os números estão no balanço da Porto, divulgado nesta semana.
A nossa leitura: sinistralidade alta na operadora costuma pesar no reajuste do cliente. Isso é leitura nossa, não anúncio da Porto.
Então fica a dica. Quem tem plano empresarial na carteira deve avisar o cliente cedo, antes de a renovação chegar.
2. QI Tech lança seguradora e mira três bilhões em prêmios
[Vinheta: Mercado]
A QI Tech, fintech de crédito e pagamentos, lançou uma seguradora própria. A Susep já autorizou a operação.
A meta, segundo a empresa, é chegar a três bilhões de reais em prêmios em um prazo de três a cinco anos.
Vai vender vida, prestamista, auto e celular. E abrir uma plataforma pra outras seguradoras distribuírem produtos em aplicativos de parceiros.
O fundador, Pedro Mac Dowell, disse que a QI não pretende competir com as seguradoras tradicionais. Mas não disse quanto desse total será produto próprio.
Na nossa opinião, o seguro está saindo do balcão e indo pro aplicativo onde o cliente já está.
Vale mapear onde seus clientes já contratam crédito e pagamento, porque o seguro pode aparecer ali primeiro.
3. Sessenta por cento dos executivos já rodam IA em escala
[Vinheta: Tecnologia]
Sessenta por cento dos executivos de seguradoras dizem ter pelo menos uma aplicação de inteligência artificial rodando em escala. É o que mostra um estudo da BlackRock.
Foram ouvidos quatrocentos e sessenta e três executivos, de trinta e um mercados. Não tem recorte do Brasil.
Tem uma diferença. Entre os altos executivos, setenta e três por cento dizem isso. Entre diretores e vice-presidentes, cinquenta e um por cento.
Os maiores obstáculos citados foram regulação, com quarenta e nove por cento, e segurança cibernética, com quarenta e seis.
Opinião nossa: a distância entre chefia e operação pode indicar que o discurso anda mais rápido que o uso no dia a dia.
Então fica a dica. Escolha um uso simples de IA na corretora, meça o resultado e só depois amplie.
4. Multa por seguro de celular
[Vinheta: Destaque]
Catorze mil duzentos e quarenta reais. É a multa que o Procon de Cuiabá aplicou à Havan por um seguro de celular.
A consumidora entendeu que contratava uma garantia estendida. Mas a proteção não cobria defeito de funcionamento.
Segundo a decisão, ao pedir esclarecimentos e o contrato, ela não recebeu o documento nem a explicação de coberturas e exclusões.
É a decisão de um caso, não regra pra todo mundo. A notícia não diz se ainda cabe recurso.
Na nossa leitura, o recado é transparência. O cliente precisa saber o que o seguro cobre e o que não cobre.
A ação é simples. Entregue as condições por escrito e confirme com o cliente o que fica de fora.
Fechamento
É isso. Esse foi o RIZQ News.
As vozes deste episódio são geradas por inteligência artificial, com curadoria e revisão da equipe RIZQ.
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